Por Fernando de Castro e Luiz Felipe Marques
Escrever sobre bar é duro, mas um prazeroso ofício também. Por todo mundo ter seu pitaco, todo mundo ser meio “especialista”, esta se torna uma tarefa difícil. Além do mais, para escrever de bar, é necessário ter certa ousadia. Afinal, quem somos nós para definir conceitos sobre algo tão presente no cotidiano de tanta gente?
Nossa missão sempre foi responder essa pergunta à nossa meia dúzia e meia de leitores e durante este ano de Lona, esperamos ter atingido o objetivo.
Falar sobre bar é reviver, ainda que em memória, todos aqueles acontecimentos marcantes – cada um à sua maneira – que a mesa de boteco presenciou. Boas lembranças, outras nem tanto, não importa. O bar em si é um acontecimento singular, e que a cada oportunidade traz uma surpresa diferente.
Pode ser o sorriso aberto do garçom que, matreiro, já saca da geladeira sua cerveja favorita quando te vê entrar. Pode ser o dono do bar, que com a simpatia que deve ser peculiar aos proprietários de um bom boteco senta na sua mesa pra jogar conversa fora.
A conversa. Do futebol do final de semana – do impedimento ou não –, do avanço econômico, daquela aula interminável, do seriado antigo que nos mostra como o tempo passa, da moça que se deseja – será que vai? – das moças em geral (será que vêm), do candidato ao Oscar ou daquela festa que está por vir. O tema não importa, o que vale no boteco é não deixar cair a bola (e o brinde, claro).
Talvez seja por isso que, por muitas vezes, comentamos do ambiente e do público do bar. O clima que se tem como ideal para um bom bar é ameno, amistoso, até para consolidar aquele momento de exceção dentro do cotidiano de trabalho, de aula, de canseira. E para isso, a (boa) companhia é fundamental, essencial e desejada. Grandes amigos, amigos e amigos de amigos são sempre recebidos de portas abertas e com o famoso pedido de “Mestre, traz mais três copinhos aqui pra gente, por gentileza”, seguido das cadeiras puxadas e deslocadas para caber mais gente à mesa.
Mas o bar não tem restrição. Ele recebe também e, como bom anfitrião, pessoas desconhecidas faz nascer novas amizades, de pessoas desconhecidas, que em outras vezes, em outros bares irão afirmar esse relacionamento. Pensa bem: por causa de um bar, quantos amigos você já não fez? Talvez, e esta é uma de nossas grandes desconfianças, o bar seja isso: o lugar em que brindamos o dia-a-dia que se quer, a vida que se leva.
Escrever sobre bar é duro, mas um prazeroso ofício também. Por todo mundo ter seu pitaco, todo mundo ser meio “especialista”, esta se torna uma tarefa difícil. Além do mais, para escrever de bar, é necessário ter certa ousadia. Afinal, quem somos nós para definir conceitos sobre algo tão presente no cotidiano de tanta gente?
Nossa missão sempre foi responder essa pergunta à nossa meia dúzia e meia de leitores e durante este ano de Lona, esperamos ter atingido o objetivo.
Falar sobre bar é reviver, ainda que em memória, todos aqueles acontecimentos marcantes – cada um à sua maneira – que a mesa de boteco presenciou. Boas lembranças, outras nem tanto, não importa. O bar em si é um acontecimento singular, e que a cada oportunidade traz uma surpresa diferente.
Pode ser o sorriso aberto do garçom que, matreiro, já saca da geladeira sua cerveja favorita quando te vê entrar. Pode ser o dono do bar, que com a simpatia que deve ser peculiar aos proprietários de um bom boteco senta na sua mesa pra jogar conversa fora.
A conversa. Do futebol do final de semana – do impedimento ou não –, do avanço econômico, daquela aula interminável, do seriado antigo que nos mostra como o tempo passa, da moça que se deseja – será que vai? – das moças em geral (será que vêm), do candidato ao Oscar ou daquela festa que está por vir. O tema não importa, o que vale no boteco é não deixar cair a bola (e o brinde, claro).
Talvez seja por isso que, por muitas vezes, comentamos do ambiente e do público do bar. O clima que se tem como ideal para um bom bar é ameno, amistoso, até para consolidar aquele momento de exceção dentro do cotidiano de trabalho, de aula, de canseira. E para isso, a (boa) companhia é fundamental, essencial e desejada. Grandes amigos, amigos e amigos de amigos são sempre recebidos de portas abertas e com o famoso pedido de “Mestre, traz mais três copinhos aqui pra gente, por gentileza”, seguido das cadeiras puxadas e deslocadas para caber mais gente à mesa.
Mas o bar não tem restrição. Ele recebe também e, como bom anfitrião, pessoas desconhecidas faz nascer novas amizades, de pessoas desconhecidas, que em outras vezes, em outros bares irão afirmar esse relacionamento. Pensa bem: por causa de um bar, quantos amigos você já não fez? Talvez, e esta é uma de nossas grandes desconfianças, o bar seja isso: o lugar em que brindamos o dia-a-dia que se quer, a vida que se leva.
-> Saideira por quê?
É simples, como é sabido, este blog publica semanalmente suas colunas, religiosamente nas esperadas sextas-feiras, no Lona - jornal diário do curso de Jornalismo da Universidade Positivo. Pela proximidade do final do ano, o jornal só continuará sua circulação em 2010, sendo esta a última aparição do Chama o Garçom nos Lonas de 2009. De qualquer jeito, como bar que é bom não fecha, nosso blog vai no mesmo caminho, continuando agora, somente por este endereço, a publicar suas colunas. Puxem suas cadeiras, afastem o copo para o lado só por um minuto e continuem acompanhando!
É simples, como é sabido, este blog publica semanalmente suas colunas, religiosamente nas esperadas sextas-feiras, no Lona - jornal diário do curso de Jornalismo da Universidade Positivo. Pela proximidade do final do ano, o jornal só continuará sua circulação em 2010, sendo esta a última aparição do Chama o Garçom nos Lonas de 2009. De qualquer jeito, como bar que é bom não fecha, nosso blog vai no mesmo caminho, continuando agora, somente por este endereço, a publicar suas colunas. Puxem suas cadeiras, afastem o copo para o lado só por um minuto e continuem acompanhando!
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